sábado, 21 de março de 2009

Mapa da Distribuição da Corrupção pelo Mundo

Ficheiro:World Map Index of perception of corruption.png

Corrupção - Conceito

A palavra corrupção deriva do latim corruptus que, numa primeira acepção, significa quebrado em pedaços e numa segunda acepção, apodrecido, pútrido. Por conseguinte, o verbo corromper significa tornar pútrido, podre.

Numa definição ampla, corrupção política significa o uso ilegal - por parte de governantes, funcionários públicos e agentes privados - do poder político e financeiro de organismos ou agências governamentais com o objetivo de transferir renda pública ou privada de maneira criminosa para determinados indivíduos ou grupos de indivíduos ligados por quaisquer laços de interesse comum – como, por exemplo, negócios, localidade de moradia, etnia ou de fé religiosa.

Em todas as sociedades humanas existem pessoas que agem segundo as leis e normas reconhecidas como legais do ponto de vista constitucional. No entanto, também existem pessoas que não reconhecem e desrespeitam essas leis e normas para obter benefício pessoal. Essas pessoas são conhecidas sob o nome comum de criminosos. No crime de corrupção política, os criminosos – ao invés de assassinatos, roubos e furtos - utilizam posições de poder estabelecidas no jogo político normal da sociedade para realizar atos ilegais contra a sociedade como um todo. O uso de um cargo para estes fins é também conhecido como tráfico de influência.

A corrupção ocorre não só através de crimes subsidiários como, por exemplo, os crimes de suborno (para o acesso ilegal ao dinheiro cobrado como impostos, taxas e tributos) e do nepotismo (nomeação de parentes e amigos aos cargos de administração pública). O ato de um político se beneficiar de fundos públicos de uma maneira outra que a não prescrita em lei – isto é, através de seus salários - também é corrupção.

Todos os governos são afetados por crimes de corrupção, desde uma simples obtenção e doação de favores como acesso privilegiado a bens ou serviços públicos em troca de amizade até o pagamento superfaturado de obras e serviços públicos para empresas privadas em troca do retorno de um percentual do pagamento para o governante ou para o funcionário público (seja ele ou não seja ele uma figura preposta do governante) que determina o pagamento.

O ato considerado crime de corrupção e o ato não considerado crime de corrupção podem variar em função das leis existentes e, portanto, depende do país em análise. Por exemplo, obter ajuda financeira de empresários para uma campanha política é um ato criminoso em países em que todos os valores gastos nas eleições necessariamente têm de vir de fundos públicos (de maneira a que grupos políticos mais ricos não possam fazer valer a sua riqueza para o convencimento dos eleitores em favor de suas teses). Em outros países, este ato de doação financeira pode ser considerado totalmente legal (como ocorre nos Estados Unidos).

A corrupção política implica que as leis e as políticas de governo são usadas para beneficiar os agentes econômicos corruptos (os que dão e os que recebem propinas) e não a população do país como um todo. A corrupção provoca distorções econômicas no setor público direcionando o investimento de áreas básicas como a educação, saúde e segurança para projetos em áreas em que as propinas e comissões são maiores, como a criação de estradas e usinas hidroelétricas. Além disso, a necessidade de esconder os negócios corruptos leva os agentes privados e públicos a aumentar a complexidade técnica desses projetos e, com isso, seu custo. Isto distorce ainda mais os investimentos. Por esta razão, a qualidade dos serviços governamentais e da infraestrutura diminui. Em contrapartida, a corrupção aumenta as pressões sobre o orçamento do governo. Em seguida, esta pressão se reflete sobre a sociedade com o aumento dos níveis de cobrança de impostos, taxas e tributos. [Wikipédia]

Corrupção - Conceito

Corrupção vem do latim corruptus, significa quebrado em pedaços. O verbo corromper significa “tornar pútrido”.

A corrupção pode ser definida como utilização do poder ou autoridade para conseguir obter vantagens, e fazer uso do dinheiro público para o seu próprio interesse, de um integrante da família ou amigo.

Acabar em Pizza

Na década de 1950, os diretores do clube Sociedade Esportiva Palmeiras, de São Paulo, tiveram grandes discussões durante uma reunião. Após os momentos calorosos de bate-boca, os dirigentes resolveram deixar a confusão para trás e foram comer em uma pizzaria. Daí a expressão “acabar em pizza” ganhou o significado de “não vai dar em nada, vai acabar tudo na mesma”.

Ambiência de um escândalo

Um escândalo pode restringir-se a uma localidade ou alastrar-se por um país e, às vezes, pelo mundo. O tamanho de um escândalo varia com o número dos implicados e com a notoriedade das pessoas envolvidas: presidente, ministro, governador, prefeito, senador, deputado, vereador, militar, juiz, membro do ministério público, funcionário público, diretor de empresa, ator de televisão etc.

Os escândalos podem ocorrer no âmbito privado (p.ex.: infidelidade conjugal, sexualidade, homossexualidade) ou no âmbito público (p.ex.: político, financeiro, esportivo, acadêmico, judiciário).

Na mídia, os escândalos são classificados em várias categorias, sendo mais freqüentes os escândalos por suborno, abuso de poder, tráfico de influência, nepotismo, desvio de verbas, fraude, falsificação, compra de votos, contrabando ou descaminho, tráfico ou uso de entorpecentes, lavagem de dinheiro, enriquecimento ilícito, pornografia, pedofilia, abuso sexual, prostituição, dopagem, racismo, tortura, agressão, espionagem, escuta telefônica, trabalho escravo, aumento de salários de políticos, venda de sentenças, tráfico de armas, venda de cargos. Muitos escândalos abrangem mais de um caráter, o mais comum deles é a corrupção.

Surgimento e conseqüências de um escândalo

Um escândalo pode resultar de fatos reais, de acusações falsas ou de uma mistura de ambos. Algumas vezes ele é motivado por interesses particulares. A tentativa de se encobrir um escândalo pode resultar em outro escândalo ainda maior.

É difícil dizer quando um escândalo começa e, também, quando termina, dado que ele sempre poderá reaparecer, quando surgem novas denúncias não divulgadas anteriormente. Na maioria das vezes o escândalo tem origem em furos de reportagem ou em operações policiais de combate à criminalidade.

Uma vez noticiado, o escândalo é normalmente amplificado pela mídia e, muita vez, promovido por ela própria, desde o seu início, tratando-se como uma questão ética, de interesse geral.

As conseqüências de um escândalo são as mais diversas, podendo implicar prisões, processos, danos econômicos e políticos, com renúncia ou cassação de mandatos.

Escândalo - conceito

Um escândalo é um caso em que, geralmente, personalidades conhecidas são criticadas ou acusadas pública e persistentemente em razão de algum ato que fere as normas de conduta moral ou legalmente vigentes. Pode também tratar-se de empresas públicas ou privadas que realizam determinadas operações – ou que toleram certas práticas – consideradas ilegais. O vocábulo escândalo deriva do grego skandalon, que significa obstáculo.

[Wikipédia]