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sábado, 8 de agosto de 2009

Coronel Ustra, o factóide número um de Lula

Coronel Ustra, o factóide número um de Lula

 

Coronel Ustra, o factóide número um de Lula

Félix Maier
12/12/2008

Conversando com um oficial do Exército, esse me confidenciou que o coronel Ustra é o factóide número um de Lula. Antes de abordar o tema, vamos às origens e manhas dessa palavra.

O termo "factóide" foi criado pelo escritor Arthur Miller e popularizado pelo prefeito do Rio de Janeiro, Cesar Maia, para quem "governar é criar factóides". Tanto se empenhou em sair nos jornais que até picolé Maia pediu em um açougue – com destaque na imprensa, inclusive fotos. Não importa se a notícia seja verdadeira ou não, se o assunto tenha importância ou não, o que se espera é que a imprensa abrace a figura do político ou a causa de uma organização ou de um grupelho.

O Corinthians, recém-alçado à Primeira Divisão do futebol brasileiro, criou o seu factóide às vésperas do Natal. Com grande estardalhaço, anunciou a contratação de Ronaldo Fofômeno, que teve uma recepção apoteótica na sexta-feira do dia 12/12. Não importa se Fofômeno irá jogar bem ou não, se irá correr ou apenas "rolar" sua figura rechonchuda em campo. O importante é que as camisas 9 com o nome do jogador estão vendendo como pães quentes, além de outros "derivativos" futebolísticos que irão ser acrescidos ao Clube devido ao famoso nome do jogador. Um chargista mostrou Lula apresentando Ronaldo aos fãs: "O Natal vai ser gordo para os corintianos"...

-Tarso, saca aí o nome do Ustra mais uma vez! – telefonou Lula pela trigésima vez nos últimos três anos.
E Tarso Genro mais uma vez sacou o nome do coronel Ustra para desviar as atenções da mídia sobre algumas ações praticadas pelo governo federal, normalmente mais uma maracutaia feita por um dos "aloprados" de Lula.

É verdade. O oficial do Exército com quem conversei tem razão em dizer que Ustra é o factóide número um de Lula. Quando aparece na imprensa alguma coisa que macule a figura do Babalorixá de Banânia, como foi o caso do dossiê fabricado na Casa Civil de Dilma "Estela" Rousseff, para desmoralizar FHC, que seria o criador dos cartões corporativos, é hora de chamar o Ustra. E quando aparece na internet um currículo resumido da antiga terrorista da VAR-Palmares (Cfr. http://brasilacimadetudo.lpchat.com/index.php?option=com_content&task=view&id=5596&Itemid=223), o nome de Ustra deve ser invocado de novo, como em uma ladainha sem fim.

Não que o Ustra seja chamado para conversar com Lula. Ele sempre é chamado para "comparecer" na imprensa, seja nos jornais, na TV ou na Internet. Apenas o nome é chamado, a pessoa física, em carne, osso e alma, nunca é, para uma mesa-redonda na TV, uma entrevista nos jornais ou nas revistas, onde prospera apenas a presença de figurinhas carimbadas da esquerda.
O nome do coronel Ustra estava um tanto esquecido, principalmente depois do rumoroso caso em que Bete Mendes o acusou de "torturador", ocasião em que o oficial era Adido Militar no Uruguai. A calúnia rendeu o livro "Rompendo o Silêncio", em que Ustra desmascarou completamente a petista Bete, Mentes?

No final de fevereiro de 2006, às vésperas de lançar seu segundo livro, "A Verdade Sufocada – A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça", hoje já em terceira edição (ampliada e com índice onomástico), o coronel Ustra recebeu do Tribunal de Justiça de São Paulo uma intimação para se defender das acusações movidas pela Sra. Maria Amélia Teles, do Grupo Tortura Nunca Mais, de que teria sido torturada perante os filhos em 1972. Por que a Sra. Teles só voltou a se lembrar disso 34 anos depois?

Andava muito ocupada da vida? Estava em coma profundo esse tempo todo? Ora, está mais do que claro que tudo não passa de uma mentira deslavada, mas que se mostrou um factóide certeiro para as pretensões das esquerdas, tanto para obter mais uma indenização milionária para a desmemoriada, quanto para tentar rever a Lei da Anistia, a seu favor apenas, desprezando a costura política que foi feita em 1979 para aprovar tal acordo. Ao mesmo tempo, o factóide foi criado para tirar o brilho do lançamento da obra de Ustra, um verdadeiro Livro Negro do Terrorismo no Brasil, o qual, apesar do boicote da mídia em geral, chegou a ficar entre os três livros mais vendidos, segundo noticiou o Jornal do Brasil.

A partir de então, Lula não se cansa de repetir o mesmo factóide, como um estribilho que não tem mais fim: - Tarso, saca aí o nome do Ustra.

E Tarso Genro montou um circo junto com Paulo Vannuchi, dos Direitos Humanos (dos Bandidos), para apresentar a publicação de um livro, "Direito à Memória e à Verdade", que seria a versão oficial do período da ditadura militar. De fato, foi uma versão oficial perfeita das esquerdas: os bandidos terroristas são apresentados como heróis, a exemplo de Lamarca e Marighela, enquanto que os militares que combateram a Peste Vermelha são apresentados como facínoras.

- Tarso, saca aí o nome do Ustra – repetiu Lula. E o governo federal providenciou a vinda ao Brasil do juiz socialista espanhol Baltasar "vê aí outra cerveja" Garzón, o factóide internacional por excelência. Provavelmente com tudo pago por nossos cofres públicos do PT: viagem, comida, hotel, translado, aperitivos, palestras, visitas, PT-tour, happy hour etc. Depois de conseguir por um tempo manter detido o ditador Pinochet na Inglaterra, o Torquemada das esquerdas quer também prender Ustra, caluniado por toda a esquerda de "torturador". Quanto aos terroristas e seqüestradores de esquerda que atormentaram o Brasil nas décadas de 1960 e 70, explodindo soldados e civis, nenhum pio foi dado pelo inquisidor espanhol.

A OAB, junto com a ABI, foi rápida em pedir o impeachment de Collor devido a uma simples perua Fiat Elba, depois que não foi explicado convincentemente a origem do dinheiro. O mesmo não ocorre com Lula, que tem um governo mil vezes mais corrupto que Collor, e a OAB simplesmente se cala. Recentemente, a OAB remeteu ação ao Supremo, para que acolha a "tortura" como crime inafiançável e imprescritível, cujo endereço é apenas um: a figura de Ustra. (– OAB, saca aí o nome do Ustra! - deve ter telefonado Lula em mais um de seus apuros.) Não será surpresa se a população brasileira democrata vier a denominar aquele órgão, uma das forças falangistas de Lula, junto com o MST, a CUT, a UNE, o PCdoB, a CNBdoB e outros grupelhos esquerdosos, como sendo uma Organização de Ajuda aos Bandidos (OAB).

- Tarso, saca aí o nome do Ustra. E Tarso Genro providenciou a vinda de um emissário submarino da ONU para mais uma vez encher a imprensa de artigos, a maioria pedindo, exigindo, quase impondo que Ustra fosse preso. Não importa se o próprio presidente do STF, Gilmar Mendes, já tenha alertado aos fabricantes de factóides, de que a Lei da Anistia vale tanto para "torturadores" quanto "terroristas" – uma mensagem clara para antigos terroristas como Dilma Rousseff, Franklin Martins, Carlos Minc, só para ficar com alguns nomes dos ministros de Lula -, e que uma revisão dessa lei iria afetar tanto uns quanto outros, por serem os crimes de tortura e de terrorismo imprescritíveis e inafiançáveis. Claro, a partir da publicação da Constituição de 1988, não antes, porque a lei não pode retroagir a não ser para beneficiar o réu. Isso não importa, nunca importou para a escumalha esquerdista. O que importa é torturar a vida de Ustra e sua família, ao mesmo tempo em que se extorque seu dinheiro perdido com advogados.

E assim segue a vida torturante do coronel Ustra, em que a mídia subserviente e imoral abraça com vigor os factóides de Lula e seu digníssimo comissário do povo, Tarso Genro, em uma safadeza sem fim. Para Lula, "sifu" o Ustra e toda sua família, que devem ser torturados psicologicamente até à morte. O que importa são os factóides criados por seu governo para lavar a sujeira feita nos porões dos palacetes corruptos de Brasília, especialmente se o factóide for o nome do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o preferido de Lula, o factóide número um.

Postado por Félix Maier às 19:40

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Novo advogado do Cabo Anselmo

Novo advogado do Cabo Anselmo

Se eu fosse o advogado Luciano Blandy ficaria muito preocupado com a “concorrência desleal”.
O tenente R-2 do Exército Brasileiro Tarso Genro, que vai brigar para ser candidato petista ao governo do Rio Grande do Sul, parece que pretende virar advogado do “Cabo” Anselmo – líder da rebelião dos marinheiros que antecedeu a queda do presidente João Goulart, em 1964.

Quase que prevendo o desfecho do julgamento do pedido de anistia do “Cabo” – que só deve ser apreciado ano que vem pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça -, Tarso deu um parecer “jurídico”.
Se o Cabo tiver seu pedido de anistia e reparação econômica negados, deverá entrar com uma ação ordinária contra a União, solicitando indenização.

Via: Alerta Total

sábado, 21 de março de 2009

Grupo de Tarso lança a candidatura de Dilma a 2010

 

Fotos: ABr e Folha

Antecipando-se à decisão partidária, a corrente “Mensagem ao Partido”, segundo maior grupo do PT, lançou um manifesto em que declara apoio a Dilma Rousseff.

“Consideramos a companheira Dilma Rousseff [...] uma solução adequada para a nova vitória em 2010...”

“...E para a continuidade e aprofundamento das medidas essenciais que marcam a presidência de Lula”.

O grupo “Mensagem ao Partido” foi criado em fevereiro de 2007. Surgiu pregando a reforma ética no PT pós-mensalão e a oxigenação do diálogo interno.

Um de seus expoentes, o deputado José Eduardo Cardozo (SP), converteu-se em secretário-geral do PT. É o segundo posto na hierarquia partidária.

O apoio a Dilma vem à luz num encontro que o grupo realiza no Rio. Começou neste sábado (21), com a presença da candidata de Lula. Termina neste domingo (22).

A chefona da Casa Civil foi recepcionada com uma cantoria tomada de empréstimo das campanhas de Lula: “Olê, olê, olê, olaaaaaaá, Dilmaaaaaa, Dilmaaaaa!”

Posou para fotos abraçada ao ministro Tarso Genro (Justiça), uma espécie de ideólogo do grupo. A cena como que sepulta as insinuações de que Tarso tramaria contra Dilma.

O manifesto do grupo de Tarso foi levado à web. Chama-se “Uma Nova Mensagem para Uma Nova Conjuntura”. Pode ser lido aqui.

Além da manifestação de simpatia pela candidatura presidencial de Dilma, o texto elege passeia pela crise econômica e pela conjuntura política.

O manifesto flerta com o óbvio em duas passagens. A primeira: “O encaminhamento da crise definirá as características da eleição de 2010”.

A segunda: “Interessa ao PT [...] transformar o pleito [de 2010] em um plebiscito sobre os rumos do Brasil”.

O grupo deseja uma disputa plebiscitária entre o petismo e o tucanato. De um lado, os “avanços” da gestão Lula. Do outro a “volta atrás” representada pela dupla PSDB-DEM.

De resto, o texto da “Mensagem ao Partido” joga na atmosfera um conjunto de provocações econômicas. Vão abaixo quatro exemplos:

1. O BC e os juros: O texto trata a instituição presidida pelo ex-tucano Henrique Meirelles como um corpo estranho na gestão Lula.

Anota que o BC move-se “na contramão” da “política popular” que caracteriza o governo. “Mantém os juros em patamares elevadíssimos”.

Insinua que Meirelles e sua equipe estão em conluio com o “cartel” da banca privada:

“O BC e o setor financeiro privado, que muitos, não por acaso, consideram quase uma coisa só, dificultam o combate à ameaça recessiva”.

A pretexto de “garantir a expansão do PIB em 2009”, sugere-se “colocar um fim à autonomia operacional do BC”.

Única maneira de “dotar o país de uma política monetária coerente com o esforço antirrecessivo”.

Em discurso que dirigiu ao grupo neste sábado, Dilma também fez referência aos juros. Na prática, a ministra antecipou decisões que competem ao BC:

"Temos condições de reduzir os juros de forma significativa, sem comprometer a estabilidade do país. E nós vamos fazê-lo".

2. Intervenção em ex-estatais: Para os petistas do grupo “Mensagem ao Partido” o governo deveria agir para reverter as demissões feitas por ex-estatais.

Como? Utilizando “a participação acionária que ainda tem em empresas antes inteiramente públicas”.

O texto menciona duas ex-estatais privatizadas sob FHC: Vale e Embraer. Afrima que, “se necessário, a participação estatal deve aumentar” nessas empresas.

3. Mercado financeiro: Além de pregar o aumento da participação acionária do governo nas ex-estatais, o grupo defende “maior presença do Estado no setor financeiro”.

Embora o texto não diga explicitamente, sugere nas entrelinhas que o Estado deveria adquirir bancos privados.

Prega também, nesse caso às claras, a imposição de controles à “entrada e saída de capital estrangeiro” no pis e o “controle cambial”.

4. O Judiciário: O texto traz um ataque velado ao presidente do STF, Gilmar Mendes. Sem mencionar-lhe o nome, anota:

“Cumpre destacar o papel de alguns representantes do Poder Judiciário no sentido de bloquear os avanços democráticos obtidos nos últimos anos...”

“...Em especial, através da criminalização dos movimentos sociais, da proteção a corruptos e corruptores [...]”.

Nos últimos dias, Gilmar pendurou nas manchetes duros ataques às relações “promíscuas” que unem as arcas do Estado ao MST.

Antes, Gilmar fora criticado pelo petismo por ter expedido duas decisões que liberaram da cadeia Daniel Dantas, o preso mais ilustre da Satiagraha.

De resto, o grupo defende que o PT defina rapidamente “a agenda que centralizará” a disputa presidencial de 2010.

“Especialmente em eleições nacionais, quem define a agenda tem assegurada uma das condições fundamentais para a vitória...”

“...E a agenda do futuro não vai esperar 2010. Ela voltará então com tudo, mas já deve ser discutida agora pela pressão da crise”.

Escrito por Josias de Souza às 20h01